Ao mesmo tempo em que desfrutava da minha melhor vida.
Eu não nasci em berço de ouro. Mas também nunca me faltou nada. Estudei em escolas particulares e morei do outro lado do mundo aos 16 anos.
Andei de ônibus e metrô até os 22 anos, quando comprei meu primeiro carro. Paitrocinado, mas paguei tudo em menos de 3 anos. Aos 28, comprei meu primeiro apartamento e fui morar sozinha. Quitei o financiamento em 4 anos. Aos 37, comprei meu segundo apartamento — à vista. Antes dos 30, eu já conhecia mais de 10 países e (perdi as contas de quantas) cidades ao redor do mundo.
Eu também cometi erros. Eles me custaram alguns anos de construção de patrimônio… Mas eu percebi rápido e ajustei minha rota. E eu só percebi rápido porque já tinha incorporado a mentalidade e o estilo de vida financeiramente plenos. Essa mentalidade acendeu uma luzinha vermelha quando eu saí da rota.
Eu sempre vivi minha melhor vida, ao mesmo tempo em que construía patrimônio. Investir uma parte do salário é natural e indolor — na verdade, eu acho bem prazeroso ver meu bolinho de dinheiro crescer.
O patrimônio que estou construindo não é só para o futuro. É esse patrimônio que também paga a minha melhor vida hoje. Há mais de 20 anos eu sigo construindo patrimônio de forma consistente. Ao contrário de sofrer por guardar uma parte do que ganho, eu desfruto intensamente desse patrimônio. É isso que torna a jornada sustentável por muitos anos: viver e construir, ao mesmo tempo.